sábado, 1 de abril de 2017

Piaget e suas contribuições para aprendizagem

Piaget é conhecido e citado pelos quatro períodos do desenvolvimento cognitivo, que são :
*Período sensório-motor- Do nascimento aos 2 anos de idade; A criança é o centro e tudo gira em função dela.
*Período pré-operacional: Dos 2 aos 6/7 anos; Usa a linguagem e os símbolos para explicar as coisas de acordo com as suas experiências.
*Período operacional concreto: Dos /8 anos até os 11/12; Diminui e descentraliza o egocentrismo, pois essa fase coincide com a idade escolar;Mas ainda não possui o pensamento abstrato;
* Período operacional formal: Dos 11/12 anos até a idade adulta; A criança adquire o raciocínio lógico , consegue criar conceitos, e explica problemas através do pensamento abstrato.
Porém o núcleo duro da teoria de Piaget são os conceitos assimilação, acomodação e equilibração.
Assimilação: é um processo externo, da experiência para a mente. Quando a criança tem novas experiências e tenta adaptar esses novos estímulos as estruturas cognitivas que já possui.
Acomodação: é um processo interno, da mente para a experiência. Quando a criança não consegue acomodar um novo estímulo, pois não tem uma estrutura para isso, cria um novo esquema ou modifica um existente. 
Equilibração: Estado de equilíbrio, resultado dos processos de assimilação e acomodação. 
Para Piaget só há aprendizagem quando um esquema de assimilação sofre acomodação. Ensinar significa provocar o desequilíbrio na mente da criança, para que ela procure o reequilíbrio, se reestruture cognitivamente e aprenda. 
Sempre lembrando que essa provocação deve estar de acordo com o nível de desenvolvimento mental de cada criança, pois o ensino envolve três aspectos: os esquemas de assimilação do aluno, aqueles que se quer ensinar e os do professor, é necessário o equilíbrio entre os três. 

Referências:

MOREIRA, Marco Antônio. Teorias de Aprendizagem. São paulo: E.P.U., 2015.

sexta-feira, 3 de março de 2017

Professor...


As aulas se iniciam, um novo ciclo recomeça... Tempo de ensinar, mas também de aprender sempre...
 
" Professor tem de gostar de gente. Tem de saber que as pessoas estão em construção, em permanente evolução, que são falhas. Tem de se saber falho, também, e perseguir um modo melhor de viver e conviver. " (CHALITA, p.69)

CHALITA, Gabriel. Semeadores de Esperança:Uma reflexão sobre a importância do professor. São Paulo: Cortez, 2014.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Primeira postagem do ano...

O ano esta iniciando... Certa de que muitas coisas boas estão por vir, me inspiro no poema de Eduardo Galeano, para continuar em busca de meus sonhos!!!


" A utopia está lá no horizonte. Me aproximo dois passos, ela se afasta dois passos. Caminho dez passos e o horizonte corre dez passos. Por mais que eu caminhe, jamais alcançarei. Para que serve a utopia? Serve para isso: para que eu não deixe de caminhar."

Eduardo Galeano




terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Vale a Leitura!!!!!

Leitura leve e inspiradora! 📚☀️😉❤️
" ...O brilho de ser professor é a nossa relevância. Não existe sociedade sem aulas. Não é possível fazer nada no mundo sem professores. Todos os médicos, engenheiros, políticos, operários especializados foram, por alguns ou muitos anos, alunos. Todos tiveram professores. É um exército invisível. Vemos as obras prontas: o paciente curado, a máquina construída, o texto escrito e esquecemos que atrás de cada autor há um professor. Somos a malha invisível que dá coesão social."

sábado, 17 de dezembro de 2016

Participação no VI ENALIC

Entre os dias 14 e 16 de dezembro de 2016, ocorreu na PUC do Paraná, o VI Encontro Nacional das Licenciaturas. Mais de três mil estudantes trocaram experiências, apresentaram trabalhos, pesquisas e ideias. O tema central do evento foi A Diversidade e complexidade dos Espaçostempos da Formação dos Professores. Em muitas das falas,  o paradigma complexo, sobre a reconexão dos saberes e significados, esteve presente. O atual clima político do nosso país também emergiu nas rodas de conversas e mesas redondas. A conferência final, ministrada pelo Professor Dr. Antônio Nóvoa, trouxe uma discussão sobre a formação do professor, fazendo um paralelo entre o que acontece e o que se deseja para esta área. Nóvoa destaca que ser professor é uma profissão que tem uma base comum em sua raíz, baseada no conhecimento, com uma formação inicial universitária, uma formação profissional e uma formação continuada na escola. Para o palestrante tudo envolve uma posição do profissional docente, que depende da disPOSIÇÃO pessoal, da interPOSIÇÃO profissional, da comPOSIÇÃO pedagógica, da recomPOSIÇÃO pela pesquisa e da exPOSIÇÃO pública. Nóvoa destacou ainda que, daqui a 20 anos teremos uma mudança significativa na configuração escolar, pois segundo ele, a educação não cabe apenas dentro da escola, mas sim muito além.A UNICNEC/Osório esteve representada no evento com quatro alunas da Pedagogia, duas bolsistas PIBID e duas Egressas, e um aluno da Informática. O trabalho que apresentei junto com minha colega Alessandra de Souza Vargas foi "Vivências de Estágio supervisionado em Espaço não Escolar." Muito legal, trocar experiências, ideias e saberes, percebendo que o que se faz, sonha e acredita em educação está no rumo certo.



terça-feira, 6 de dezembro de 2016

O Papel da Contação de Histórias


Muito feliz por meu trabalho, O Papel da Contação de Histórias na Alfabetização, ter sido escolhido como destaque da VII Mostra de Iniciação Científica da Facos, agora Unicenec. Sinal de que o trabalho realizado está no caminho certo e de que minhas convicções em relação a educação também. Acredito que a leitura e a literatura devem estar presentes sempre na vida das crianças, principalmente em sala de aula, instigando os alunos em busca do conhecimento. Com este trabalho constatei o quanto a contação de histórias influencia na alfabetização e que a partir da leitura os alunos escrevem e compreendem melhor os escritos. Nesse sentido, os autores que fundamentaram minha pesquisa foram Cagliari (1998), que destaca a importância da criança aprender a ler, para então desenvolver sua escrita, Ferreiro (1987), que apresenta os níveis da psicogênese como um norte para o processo de alfabetização, pois a partir deles o professor mapeia os níveis de seus alunos, com vistas a propor atividades de acordo com as necessidades específicas de cada aluno. Abramovich (1997) defende a ideia de que a contação de histórias tem papel fundamental no processo de leitura e escrita, uma vez que é lendo que se aprende a ler, pois ouvir histórias, além de ampliar a visão de mundo dos alunos, faz com que eles tomem gosto pela leitura, percebendo-a como um ato prazeroso que pode ser mantido durante toda a vida. Em relação à formação de alunos leitores e produtores de textos, Jolibert (1994; 2006) corrobora que essas ações precisam se desenvolver através da prática, lendo e escrevendo, em uma sala de aula textualizada.

sábado, 5 de novembro de 2016

VII Mostra Científica da Facos

Nos dias 24 e 25 de outubro participei da VII Mostra de Iniciação Científica da Facos, com minhas colegas Pibidianas. Nesta edição, realizei comunicação oral, trazendo meu Trabalho de Conclusão do Curso de Pedagogia, orientado pelo professor Eduardo Rangel Ingrassia, intitulado: PRÁTICAS EDUCADORAS NOS ESPAÇOS DE EDUCAÇÃO NÃO FORMAL: UMA ANÁLISE DE AÇÕES EM ESPAÇOS NÃO ESCOLARES, onde analisei três projetos sociais do litoral norte: Cras, Pim e Ação Legal e sua responsabilidade com os direitos dos envolvidos. Também compartilhei em forma de pôster meu trabalho como bolsista Pibid, em uma escola do município de Osório, sob orientação da professora Anilda Souza. Meu trabalho, O PAPEL DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS NA ALFABETIZAÇÃO, buscou reforçar a importância da contação de histórias, principalmente na fase em que os alunos estão aprendendo a ler e escrever. Foi muito bom rever os colegas e professores e voltar ao meio acadêmico apresentando minhas produções.





sábado, 15 de outubro de 2016

Dia do Professor

Dia 15 de outubro é dia de lembrar de todos que passaram por nossa vida e deixaram um pouquinho deles em nós. Os professores nos ensinam e estimulam nosso voo. Aprendem para ensinar, ensinam para viver e vivem para educar. Parabéns a todos que lutam para construir um mundo melhor! Seguem algumas imagens do que eu amo de fazer!