sexta-feira, 29 de março de 2019

Educação fora da Caixa



Muitas pessoas pensam que a educação ocorre apenas na escola. Correto? Errado. A educação acontece em todos os espaços que interagimos e nos relacionamos. Na família, no bairro, nos espaços que frequentamos... Assim nos educamos a todo instante. A educação ideal, seria aquela que unisse os ensinamentos da escola, da família e dos locais que frequentamos. 

Uma dica de filme para pensar a educação fora da caixa é " CAPITÃO FANTÁSTICO". Um filme belíssimo, que traz um pai que vive no meio da floresta, criando seus seis filhos, afastados da sociedade, por quase uma década. Chega um momento em que tudo muda e é preciso voltar. Muito interessante para refletir sobre educação e relações humanas. 


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terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

Publicação de capítulo de livro

Capa do livro: PRÁTICAS, EXPERIÊNCIAS E FAZERES NA EDUCAÇÃO: <br>uma diversidade em prol da complexidade


Olá! Com grande alegria comunico que tive dois capítulos de livro publicados! Uma parceria maravilhosa com a professora Aline Silva De Bona, docente do IFRS- Campus Osório. 
O livro organizado por ela se intitula: Práticas, Experiências e fazeres na educação: uma diversidade em prol da complexidade. No exemplar constam estudos de educandos e educadores que problematizam a prática escolar e o conceito de prática cidadã para além do espaço de sala de aula. Tive a honra de ter dois capítulos publicados nesta obra. Um deles escrito em parceria com a professora Aline, que se intitula: OS ESPAÇOS NÃO FORMAIS DE EDUCAÇÃO: possibilidades de uma aprendizagem cidadã ao docente e ao estudante. E o outro, em pareceria com o professor Eduardo Ingrassia, meu orientador do TCC da graduação, inclusive o texto relata minha pesquisa e se intitula: PRÁTICAS EDUCADORAS NOS ESPAÇOS DE EDUCAÇÃO NÃO FORMAL: Uma análise de ações em espaços não escolares. 
Super feliz em ver minha área de estudo e minhas pesquisas em uma publicação assim. E seguimos pesquisando, nos atualizando e publicando...

Link para a compra: <https://www.editoracrv.com.br/produtos/detalhes/33718-praticas-experiencias-e-fazeres-na-educacao-bruma-diversidade-em-prol-da-complexidade> 

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Bibliotecas Públicas

Bibliotecas Públicas Municipais são espaços de conservação de memória e história. Além claro, de serem um local de direito de todos, que informa, educa e possibilita a socialização gratuitamente.

"As bibliotecas públicas tem um papel importante no processo de disseminação da informação, tornando-a acessível, possibilitando, assim, seu uso em diferentes níveis sociais, sem distinção de raça, credo, nacionalidade ou condição social." (FREITAS; SILVA, p.3, 2014).

Referências:

FREITAS, Marília Augusta de. SILVA, Vanessa Barbosa da. Bibliotecas Públicas brasileiras: Panoramas e perspectivas. Revista Digital de Biblioteconomia, ciência e informação. Campinas, São Paulo: jan./abr. 2014. V. 12, N.1, P. 123-146, ISSN 1678-765X. Disponível em: http://www.brapci.inf.br/index.php/article/download/32067>. Acesso em: 20 de jun. 2018.

terça-feira, 13 de novembro de 2018

Apresentação MOEXP 2018








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 Nos dia 25 e 26 de setembro de 2018 aconteceu a 8° MoExP no IFRS/ Osório, que visa expor os trabalhos desenvolvidos no âmbito educacional da instituição.
Apresentei uma comunicação oral com o resumo do meu TCC, pois o mesmo ainda estava em fase de conclusão. Muito bom poder divulgar nosso trabalho, mostrar sobre o que pesquisamos e acreditamos. Também fui contemplada como destaque do evento, por conta do trabalho apresentado.
Segue o link dos anais com meu resumo:

https://moexp.osorio.ifrs.edu.br/anais/2018?utf8=%E2%9C%93&direction=&sort=&search=ilda

terça-feira, 25 de setembro de 2018

Momento pré eleições 2018

Vivemos dias conturbados. Os ânimos andam acirrados. São várias opções para candidato à presidência de nosso país. Porém, dentre todos os candidatos, um incita ódio, é misógeno, é machista, é homofóbico, é racista... não tem plano de governo, não sabe sobre economia, educação, cultura, saúde....enfim são tantos os defeitos que nem caberiam neste post. Então gostaria de deixar aqui meu registro, pois você tem vários candidatos para escolher. Me diz porque votar em uma pessoas preconceituosa, que irá fazer nosso país retroceder a idade da pedra, que incita a violência, o ódio entre as pessoas? 
Pense bem. O futuro do país está em jogo. Não é só por mim ou por você, mas é por todos nós. Por isso NÃO vote no inominável, no coiso... vote em alguém que respeite a todos, independente de raça, cor ou credo, que respeite a diversidade, as mulheres, que tenha planos e ideias para fazer nosso Brasil crescer rumo a igualdade que está assegurada em nossa Constituição, mas que não se faz presente em nossa sociedade. 
Pense, reflita, avalie. Mas, 
#elenão
#elenempensar
#elenunca
#elebemcapaz
#elenãomerepresenta
#elejamais
#henot
#henever

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

Tempos de crises

A crise em que a educação está posta, na visão de Arendt (2005) se dá pelo entendimento de que apenas as crianças podem ser educadas. Grande equívoco, uma vez que Freire (1996) afirma que vivemos em um inacabamento, nos construindo e aprendendo sempre. A autora corrobora ainda, afirmando que a escola é o lugar onde a criança tem o primeiro contato com o mundo, mas salienta que o ambiente escolar não é o mundo, mas sim um dos espaços de socialização, convivência e aprendizado das crianças. Porém, no atual momento, atravessado por políticas neoliberais, a educação não tem cunho polítoco emancipatório, de educar para a cidadania, ao contrario, tem caráter conservador, mantendo o status quo vigente, adestrando e treinando as massas para os papeis que lhes são destinados.

Referências:

ARENDT, Hannah. Entre o passado e o futuro. Tradução: Mauro W. Barbosa. São Paulo: Perspectiva, 2007, 6° Edição.

FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996.

terça-feira, 10 de julho de 2018

Li e gostei...

Sarlo (1997) afirma que a arte e a cultura foram substituídas no cotidiano pós-moderno pela TV e o mercado. A cultura tornou-se homogenizada. E a escola se tornou mais um instrumento de dominação simbólica das massas, pois através do currículo, os indivíduos são moldados aos papeis que lhes são destinados.
O que você acha disso?
Pense.
Reflita.

Referências

SARLO, Beatriz. Cenas da vida pós-moderna: Intelectuais, arte e vídeo-cultura na Argentina. Tradução: Sérgio Alcides. Rio de Janeiro: UFRJ, 1997.

sexta-feira, 15 de junho de 2018

Educação e mercado


Fazendo uma análise geral, a partir de leituras de Marx, a escola, no ensino reproduz os modelos instituídos nas fábricas. E vai além, pois não se restringe a estrutura e padrões, ela também fornece mão de obra para o sistema capitalista, atendendo as demandas do mercado. Nesse sentido, a alienação está presente desde a escola, que em sua formação produz e reproduz a cultura dominante e as desigualdades sociais, gerando alienados ao sistema, que não se percebem assim. Marx (2007, p. 6) propõe então que “o trabalho alienado aliena a natureza do homem e aliena o homem de si mesmo.”
Podemos dizer que, nos moldes que se apresenta a educação, o Estado busca uma hegemonia política, concebendo a escola como uma empresa, que precisa ser eficiente,  e esta cumpre seu papel. Conhecimento de forma rápida, fragmentada, cidadão mínimo: a escola há muito deixou de ser um lugar de aprender a aprender, de forma significativa e autônoma. Hoje ela é um local que reproduz as desigualdades, tanto sociais, culturais, quanto capitais.
Para que a educação alce novos rumos, em direção a autonomia, formação plena, pautada pela igualdade, é preciso que o país tome novos rumos e o Estado considere o indivíduo como um cidadão, portador de direitos e deveres, capaz de opinar, numa relação democrática. A educação não pode estar a serviço do sistema capitalista. Ela deve ser de cunho emancipatório, com vistas a dar oportunidades iguais a todos.


Referências


MARX, Karl. Manuscritos Econômico Filosóficos.Revista Crítica Marxista. Disponível em:  <http://periodicos.ufc.br/dialectus/article/viewFile/5219/3851> Acesso em nov. de 2017.

MARX, Karl. Maquinaria e Trabalho Vivo: Os Efeitos da Mecanização Sobre o Trabalhador. Disponível em: Revista Crítica Marxista. Extraído de "Zur Kritik der Politischen Okonomie (Manuskript 18611863)", MEGA, 11, 3.6, Berlim, 1982, pp. 205359. Traduzido do original alemão por Jesus I. Ranieri.

MARX, Karl. Trabalho Assalariado e Capital. Publicado segundo o texto de: Karl Marx, Lohnarbeit und Kapital. Separata da Neue Rheinische Zeitung de 1849. Traduzido do alemão. Obras Escolhidas em três tomos, Editorial"Avante!"  Edição dirigida por um coletivo composto por: José BARATAMOURA, Eduardo CHITAS, Francisco MELO e Álvaro PINA.